
A força da mordida era de adeus
As carnes são minhas, os horrores teus
Deixa escorrer o sangue nas ventanias
Rasga o véu das alegrias
Lamenta, despenca em melancolia.
Abre-te o peito; conseguirias?
Solta a morte, pratica a sinestesia
Encontrarás, por fim, o amor à poesia.
(2010)
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