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Café de Suicidas
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Corrosão
Sou um canalha,
não tenho alma
Nada me salva
Só me resta uma mortalha
sobre a qual me contorço. Pequeno,
como um feto em ventre materno
Sedento por veneno
Sozinho na relva.
(2010)
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