Não sei se estranho
a maldade
que degola a pequena ou a saudade
que minh’alma gangrena Não sei.
Não sei como com a morte barganho
Para que me dispa de vida e tristeza
Ou que me rompa as carnes
numa triste proeza
Não sei.
Só peço, por fim, que ponha fim à minha vida
E aos cantos escuros donde brota a beleza.
(2010)
Nenhum comentário:
Postar um comentário