
Amores e vidas, sonhos tantos
ilusões que fingem dissimuladas
os mais terríveis encantos
as vendas, dores aladas envoltas em prantos
mantos da morte, do corte da vida,
dos malditos (e) santos;
Ode aos poetas mortos,
aos filhos do Amor a quem canto.
(2010).
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