
Amor, que demente
Não ri, só me mostra os dentes
A alma sorri contente,
Mas não sentira a mordida,
Ferida de serpente...
Arte, bendita doença!
Ensandece os sãos,
Combate a descrença
Ainda assim, desperta a apatia.
Paro agora o poema,
Chega de vomitar poesia.
(2010).
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