
Há no grotesco uma estética
alimentada pela ressaca moral
Neste mundo artificial, a felicidade elétrica
brinda a todos com seu ode ao banal
e morre a poesia,
morre a métrica
e enterram minh’alma no
mesmo funeral
e enterram minh’alma no
mesmo funeral
A beleza de hoje é bélica
Quão sublime é dizimar o igual.
(2010).
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