
Aqueles rios secos encharcam
sua pele curtida
Filha amarga do destino,
Pobre velha sofrida
A boca seca,
As mãos calejadas, doloridas
Sinais que confessam
Suas rezas sussurradas e tremidas
ajoelhadas ao badalar dos sinos
Desesperadas,
desmedidas.
(2010).
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