
Já tenho os pregos, falta o martelo
Não será necessário nenhum feitiço,
Pois serás enfim meu amargo flagelo
E o desespero que te fez mais submisso
Alimenta a dor que te torna mais belo
Finalmente, tua vida então eu desperdiço
Mas haverá, entre nós, o sangue como elo
Será a morte a profecia que hoje eu selo.
(2010).
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