
Teu corpo muito me custa,
Mas somente teu sangue me satisfaz
Teu olhar afiado, tua sede voraz
A dor que exala da tua carne robusta
As lembranças decadentes que teu ventre traz
E os grotescos espetáculos que nele se faz
Augusta, Augusta, Augusta,
Ainda sinto teu perfume de aguarrás.
(2010).
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